segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Ultimo Ano na Escola

Acho que o último ano na escola é o mais marcante, porque você esta passando por uma transição e vira um unicórnio que caga rocambole colorido com granulado porque texugos voam, e bolinhos de chuva fazem você ficar grande, e leite ninho tem um passarinho dentro, isso tudo acontece porque existe uma pipoca atômica no núcleo da terra, se comunicando com um satélite em forma de gnomo asiático de suéti colorido. Porque pipocas não tem antena  ·-·

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Artista na Guerra

      O filme mostra todas as dificuldades enfrentadas pelos judeus, as sanções impostas à eles, o gueto, um lugar só para eles, excluídos da sociedade e toda a escassez de comida e o próprio risco de vida.
     ''O Pianista'' produzido por Roman Polanski, ciesta de sucesso premiado com a Palma de Ouro do festival Cannes e o Oscar de melhor diretor , é simplesmente magnífico.
     Adrien Brody, no papel do pianista (Wladyslaw Szpilman) interpreta muito bem seu papel, em todo o filme ele foi incrível, transmitindo toda sua emoção ao telespectador, todas as musicas tocadas no piano por ele foram maravilhosas.
     Durante todo o filme o cenário era condizente à situação, fazendo complementos e psssando toda a imagem caótica que há em uma guerra, e realmente segurando a taenção do telespectador à trama.
     Assim como a trilha sonora do ator, que tocava Chopin eram perfeita e graciosamente bem executadas. A trilha sonora do filme não era diferente, cada música fazia com que você sentisse o momento, uma coisa inexplicável.
     Enfim, o filme é emocionante, do começo ao fim, desde a invasão alemã até a vitória Russa,tudo retratado com uma perfeição inimaginável, vale muito a pena assistir, além de saber como foi todo o processo de 6 anos de guerra, é um filme ótimo com belos cenários e enredo, afinal conhecimento não se compra, se adquire através de história contada e assistida.

- Resenha do Filme ''O Pianista''

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Resenha do filme ''As Bem-Armadas''

Conhecida de boa parte do público por séries populares como Mike & Molly (2010-2013) e Samantha Who? (2007-2009), desde quando se destacou no hit Missão Madrinhas de Casamento (2011), a atriz Melissa McCarthy se tornou a “sensação do momento” nas recentes comédias comerciais norte-americanas. Emplacando filmes em sequência – alguns de gosto duvidoso -, nada mais natural que sua figura, muitas vezes extravagante, venha cansar a audiência. Porém, mesmo considerando que McCarthy faça sempre personagens semelhantes, não dá para negar seu talento natural para causar risos. E pode-se dizer que tal aptidão funciona novamente em As Bem-Armadas, no qual co-protagoniza com Sandra Bullock.
Afastada das comédias desde Maluca Paixão (2009), que lhe rendeu injustamente o framboesa de ouro no mesmo ano em que ganhou o Oscar por Um Sonho Possível, Sandra Bullock demonstra que ainda detém carisma e timing para fazer humor. E dividir a obrigação em ancorar As Bem-Armadas com McCarthy só lhe fez bem, pois parece muito à vontade em cena. Quanto ao filme em si, não se vê grandes novidades, repetindo fórmulas e abusando dos clichês. Mas o diretor Paul Feig, astuto, envolve sua obra com um bem-vindo clima de comédia de ação dos anos 80 – ao melhor estilo Um Tiro da Pesada (1984) e Maquina Mortífera (1987), ambos guardados as devidas proporções – que acaba fazendo todo o sentido.
Na movimentada trama de As Bem-Armadas, Sandra Bullock é Ashburn, uma agente especial do FBI meio metódica e quadradona. Enquanto Melissa McCarhty é Mullins, uma policial distrital desregrada, mas especialmente reconhecida por impor à lei quando preciso. O caminho das duas se cruza quando Ashburn é designada para investigar um caso de tráfico de drogas na área da qual Mullins é responsável. Em um primeiro momento, elas acabam entrando em conflito, mas não demora muito até que virem colaboradoras. E a graça reside justamente nesses desencontros, desavenças e choque de personalidades proposto pelo simples e despretensioso roteiro escrito por Katie Dippold (da série Parks and Recreation).
Sempre dotada das melhores tiradas, a policial Mullins de Melissa McCarhty cresce quando resolve pegar no pé da sua então parceira ocasional, fazendo chacota de seu alinhamento padrão de agente do FBI e também de sua pouca capacidade de socialização. Curioso que As Bem-Armadas vai um pouco a contramão da tendência as escatologias das comédias para adultos atuais, se revelando como um produto de tons parcialmente moderados. Apesar da boca-suja da policial Mullins, o filme não aposta em gracejos sexistas e arroubos sobre necessidades fisiológicas. E até abre espaço para discutir – de forma rasa, claro -, valores familiares. Um outro detalhe positivo é inverter algo que parecia totalmente natural no contexto: Mullins faz a mulher fatal, à medida que Ashburn é a “travada”.
Em As Bem-Armadas não se vai encontrar muito mais do que um entretenimento escapista esquecível trabalhado com algum esmero e pronto para ser consumido sem grandes ressalvas.

Resenha

A resenha é uma abordagem que se propõe a construção de relações entre as propriedades de um objeto analisado, descrevendo-o e enumerando aspectos considerados relevantes sobre ele. No jornalismo, é utilizado como forma de prestação de serviço. Pode ser texto de origem opinativa e, portanto, reúne comentários de origem pessoal e julgamentos do resenhador sobre o valor do que é analisado.
O objeto resenhado pode ser de qualquer natureza: um romance, um filme, um álbum, uma peça de teatro ou mesmo um jogo de futebol. Uma resenha pode ser "descritiva" e/ou "crítica".
Resenha é um texto que serve para apresentar outro (texto-base), desconhecido do leitor. Para bem apresentá-lo, é necessário além de dar uma ideia resumida dos assuntos tratados, apresentar o maior número de informações sobre o trabalho: fatores que, ao lado de uma abordagem crítica e de relações intertextuais, darão ao leitor os requisitos mínimos para que ele se oriente quanto ao grau de interesse do texto-base. Mas é bom lembrar que resenha não é um mero resumo, é mais que isso, deve apresentar mais informações e criar o interesse do leitor.
Quando se trata de resenha científica, ou trabalho acadêmico de divulgação, apresenta síntese e crítica sobre trabalho científico mais longo. Pode ser elaborado com base em leitura motivada por interesse próprio ou sob demanda editorial. Visa geralmente à publicação em periódico técnico ou mesmo visando divulgação de conhecimento ao grande público pela veiculação em mídia ampla. Nesses casos a resenha é, geralmente, feita por um cientista da mesma área de conhecimento do texto-base.
Além disso trata-se de um texto onde geralmente são sempre lidos por professores de diversas universidades, onde pontuam o grau de entendimento do mesmo para o assunto do texto compreendido.

Resenha Crítica

Resenha crítica é uma descrição que faculta o exame e o julgamento de um trabalho (teatro, cinema, livro, experiência científica, tarefa manual, etc). A apreciação necessita ser elaborada de maneira impessoal, sem demonstração satírica ou cômica. Contém posicionamentos de ordem técnica diante do objeto de análise, seguidos de um resumo do conteúdo e possível demonstração de sua importância.
Resenha Crítica é a apresentação do conteúdo de uma obra, acompanhada de uma avaliação crítica. Expõe-se claramente e com certos detalhes o conteúdo da obra para posteriormente desenvolver uma apreciação crítica do conteúdo.
A resenha crítica consiste na leitura, resumo e comentário crítico de um livro ou texto. Para a elaboração do comentário crítico, utilizam-se opiniões de diversos autores da comunidade científica em relação as defendidas pelo autor e se estabelece todo tipo de comparação com os enfoques, métodos de investigação e formas de exposição de outros autores.
Lakatos e Marconi (1996, p. 90) afirmam que:
Resenha crítica é uma descrição minuciosa que compreende certo número de fatos: é a apresentação do conteúdo de uma obra. Consiste na leitura, resumo, na crítica e na formulação de um conceito de valor do livro feitos pelo resenhista.
A resenha crítica, em geral é elaborada por um cientista que, além do conhecimento sobre o assunto, tem capacidade de juízo crítico. Também pode ser realizada por estudantes; nesse caso, como um exercício de compreensão e crítica.
A finalidade de uma resenha é informar o leitor, de maneira objetiva e cortês, sobre o assunto tratado no livro ou artigo, evidenciando a contribuição do autor: novas abordagens, novos conhecimentos, novas teorias. A resenha visa, portanto, a apresentar uma síntese das ideias fundamentais da obra.
O resenhista deve resumir o assunto e apontar as falhas e os erros de informação encontrados, sem entrar em muitos pormenores e, ao mesmo tempo, tecer elogios aos méritos da obra, desde que sinceros e ponderados.
Entretanto, mesmo que o resenhista tenha competência na matéria, isso não lhe dá o direito de fazer juízo de valor ou deturpar o pensamento do autor.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Bem-Vindos \o/

  Blog novamente ativo, voltei a postar tendo o blog a ser avaliado, vou postar mais coisas voltadas para a escola do que para as demais coisas, embora eu goste de ter um blog mais despojado, com diversos assuntos.
  Eu, apesar de não gostar muito de ter um assunto restrito, estou sendo avaliada, mas não vou deixar de postar coisas diferentes, claro que em minoria, mas não deixarei de postar.

   Valeu  :3 


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A Diferença entre Noticia Reportagem

''Notícia é relato de acontecimento atual, de interesse público geral, ou de determinado segmento da sociedade, veiculado em jornal, rádio, televisão, etc...

Reportagem é atividade jornalística que geralmente compreende a cobertura de um acontecimento, a análise e a preparação do texto final a ser entregue à redação. Diversamente da notícia , a reportagem pretende esgotar o acontecimento, suas causas e conseqüências, e estimular debate sobre o mesmo.'' 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Como Num Filme


     Não foi difícil cair nas graças de Seu Amalfi. Direto, sincero, amoroso, foi logo falando de sua vida, com um jeito meio solto, especial, como quem vai montando uma seqüência de cenas em nosso pensamento. De início, estáticas e em preto-e-branco, e, aos poucos, em impulsos coloridos. Depois de uma ou outra pergunta, quase nem precisei falar mais nada. Apenas ouvir, entregar-se à brincadeira da memória era o que bastava.
    Ele foi contando, contando e imagens foram se instalando em mim como quem entra em um filme.
    "Esse cheirinho de café pendurado no vento leve conduz a meu tempo mais antigo.
    Pensei ouvir bem baixinho um fiapo de uma canção napolitana e tudo veio à tona. Logo lembrei-me de minha mãe torrando café, fazendo o pão, a macarronada. Bem que procuro não pensar muito para não marejar os olhos.
    O começo de tudo foi na Itália. De lá vieram meus pais. Fugidos do horror da guerra, acabaram por fazer a vida aqui em São Paulo, onde nasci.
    É a partir dessas lembranças que minha cabeça parece uma máquina de fabricar filmes.
    Recordo muita coisa. Não só do que minha mãe contava, mais ainda das que eu vivi.
    Lá pelos idos de 1929, com cerca de sete anos de idade, era menino feito. Minha vida era um misto de cowboy com Tarzan. Onde hoje fica o Shopping Center Norte era só mato, água e muita, muita terra. Era lá meu paraíso. Meu e dos meus amigos: o Vitorino, o Zacarias... Vivia para jogar futebol, nadar, pescar e caçar passarinhos.
    Uma brincadeira de que gostávamos muito era “chocar o trem”. Sabe o que é isso? 
    Era subir rapidinho no trem em movimento. Ele andava bem devagar, é claro, levando pedras da Serra da Cantareira para construir a cidade. Com o tempo seu trajeto se encheu de bairros: Tucuruvi, Jaçanã, Vila Mazzei, Água Fria e mais o que há agora. Lembra aquela música do Adoniran? Tem a ver com esse trem...
    Da escola não gostava tanto. Não era um bom aluno, mas era esperto, vivido. Isso sim. O que acabava ajudando em muitas situações... Em um abrir e fechar dos olhos da memória lá estão a escola, o corre-corre das crianças e todos eles, intactos e em plena labuta do dia: Dona Albertina, Dona Isabel, Seu Luís, os professores. Ainda o Seu Peter, o diretor, e Seu Luigi, o servente. Quantas vezes em meio à cópia da lousa, que seguia plena em silêncio  e dever, disparava um piscar enviesado para meus companheiro s de time. Quebravam os as pontas dos lápis e com o descaramento e a falsa pretensão de de içarmos todos eles apontadinho para a letra ficar bem desenhada e bem bonita  nas nossas brochuras, lá íamos nós, atrás da porta e com a gilete em punho, armar em cochichos a melhor estratégia para o próximo jogo. Tudo lorota!
    Meio moleque, meio mocinho, sempre dava algum jeito de arranjar um dinheirinho para ir à Voluntários, uma das poucas ruas calçadas do bairro, nas matinês do cine Orion.
    Meu figurino era feito por minha mãe: uma camisa clara, bem limpa e passadinha com ferro de brasa. Com meus colegas ia ver o que estava em cartaz. Bangue-bangue era o melhor. Lembro-me do BuckJones, do Rin Tin Tin, do Roy Rogers e mais uma porção daqueles bambas do momento. Também me recordo do cine Vogue e de Seu Carvalho, seu dono e operador, que, ao constatar a enorme fila na bilheteria, dizia para nós, garotos, com certo orgulho solene, só haver lugares em pé. Entrávamos mesmo assim. Depois de alguns minutos já tínhamos nossos lugares escolhidos e... sentados. No escurinho do filme começado, queimávamos um barbante malcheiroso que fazia todo mundo desaparecer de nosso lugar preferido. Comédia pura, não é?
    Com o passar dos anos, veio o tempo do trabalho para valer. De aprendiz de químico tornei-me o titular na fábrica de perfumes dos libaneses. Fiz de tudo lá: brilhantina, rouge, pó-de-arroz, produtos muito usados na época. Veio também o tempo do namoro sério e, com ele, o cinema com sorvete a dois. Minha vida era um filme de aventuras, mais que outra coisa. Tive de vencer muitos obstáculos. E foi um bom tempo assim.
    Construir uma família não é fácil, mas, como se sabe, o amor sempre vence.
    Como nos filmes de amor, acabei me casando em technicolor e em cinemascope, como um galã, com minha Mercedes, mais bonita que Greta Garbo ou qualquer outra estrela de Hollywood. Com ela comecei a frequentar o centro de São Paulo. Íamos de bonde elétrico, descíamos na Praça do Correio e andávamos de braços dados pelos pontos mais elegantes da cidade.
    Misturados aos carros que pertenciam a gente muito rica, estavam os cabriolés, uma espécie de carroça puxada a cavalos... Na Avenida São João estavam os melhores cinemas: o Marabá, o Olido, com seus camarotes e frisas. Quantos filmes! “O Canal de Suez”, “O Morro dos Ventos Uivantes”, “E o Vento Levou!”. Vejo-nos direitinho, como em um musical indo para a cidade de bonde. O condutor, o Delmiro, mais parecia um bailarino, um Fred Astaire tropical, por conta dos trejeitos, malabarismos de corpo que fazia ao parar, descer, cumprimentar, receber as pessoas, acomodá-las e, enfim, conduzir o bonde.
    Era mais que um motorneiro. Esse era um show à parte!
    Se bem me lembro, o cinema me acompanhou a vida inteira. Isso porque sou do tempo do cinema mudo, veja você, onde os violinos e o piano faziam nossa imaginação ouvir as vozes e sentir as emoções dos artistas que passavam rápidos nas telas. Depois veio o cinema falado e para nós isso era a maior e a melhor invenção. Olhando para o que se passou, constato que fui um bom frequentador das telas. Com chuva ou com sol!
    Até nossa primeira filha, com poucos meses de idade, não impedia nossa diversão preferida! Era nossa figurante proibida. Íamos ao Bom Retiro, ao cine Lux. Lá eu conhecia todo mundo e sentávamos com a menina nos braços bem na ultima fila, caso precisássemos sair às pressas para acalmar um choro repentino. Assistimos a tantas histórias e nossa menina dormia profundamente. Quase sempre.
    Talvez por conta de trabalho, das exigências da vida, dos cuidados com a família e mesmo com a facilidade da televisão, acabei me dando conta de que fiquei muito tempo sem ir ao cinema. Engraçado, agora que estou praticamente sozinho, em conseqüência das perdas que a vida nos traz, o cinema volta com toda a força. Não perco quase nada do que passa nos shoppings perto de casa. Tudo é mais confortável, imenso. Mas tudo é mais barulhento, apressado e real demais. Não sobra muito tempo para sonharmos.
    Mesmo assim, quero ir a outros cinemas desta cidade que cresceu e cresce tanto. O jeito é me armar de um celular para que minha filha não fique tão preocupada comigo por causa dessas minhas novas aventuras cinematográficas."
    Quando releio o que está escrito, não sei onde está o que o Seu Amalfi me contou e onde está o que projetei de sua vida em mim. Engraçado mesmo! Perdi-me nos labirintos da imaginação, onde o presente e o passado se fundem em um só desenho. A memória brinca com o tempo, como em um filme, como uma criança feliz.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Quarteto Parada Dura o.O


  Amigos são aquelas pessoas que sempre te avisam, que sempre te falam a verdade, que sempre te apoiam, e que topam as paradas mais doidas da sua vida, e com esses três, eu compartilhei meu sofrimento, minha alegria, fiz as paradas mais locas da minha vida, nós três, pagamos micos juntos, sofremos juntos, porque sofrer sozinho é muito chato, tiramos sarro um do outro, e rimos muito juntos.
  A Amanda, o André e a Heloísa, tem um jeito, que só nós entendemos, falam deles e dizem que são loucos, e são mesmo, mas são meus loucos preferidos.
  Nós ficamos no murinho da escola ouvindo musica e contando as tretas mais locas que já nos aconteceram, rimos do nada, saímos invocando o ''Kapiroto'', gritamos quando estamos felizes e quando estamos tristes, e quando um deles adoecem ou faltam na aula, fazem uma falta danada.
  
↓SOMOS DOIDÕES, MAS SOMOS FELIZES xD

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Estados Unidos potência econômica e militar

  Os Estados Unidos é dividido em 5 grandes geoeconômicas:

 - Nordeste
 - Planícies Centrais
 - Sul
 - Costa do Pacífico
 - Oeste

  Nordeste: Conhecido como Manufacturing Belt (cinturão industrial), onde há grande concentração de indústrias.
  Destacam-se: A siderúrgica, química, metalúrgica, automobilística e eletrônica.
  Próximo às grandes cidades desenvolveram-se cultivos de hortaliças pecuária leiteira ( conhecida como Dairy Belt ), cinturão dos laticínios, e uma moderna avicultura.

  Planícies Centrais: Considerada o celeiro agrícola dos EUA, destacando-se a produção de trigo ( Wheat Belt ) e de milho ( Corn Belt ).
  Conta com poucas indústrias como: Química, siderúrgica e automobilística.

  Sul: Desenvolve-se a fruticultura ( Fruit Belt ) destacando-se a produção de laranja, arroz, tabaco e cana-de-açúcar.
  Outros recursos extraídos são: gás natural, chumbo, ouro e zinco.
  Principais indústrias: petroquímica, têxtil, alimentícia.
  Na região sul há duas importantes bases espaciais: Cabo Kenedy ( Flórida ), Houston ( Texas ).

  Costa do Pacífica: Possui um importante parque industrial, conhecido como Vale do Silicio, onde estão as industrias de alta tecnologia como: Informatica e telecomunicações.

  Oeste: Destacam-se a pecuária bovina de corte, o cultivo irrigado de frutas e hortaliças e a extração de minérios.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Teresa

  No verão passado fui passar uns dias no sitio de minha tia Teresa.
  Algum tempo depois eu e minha tia Teresa tivemos a ideia de lanchar embaixo de uma árvore muito antiga que havia no sitio dela. Arrumamos tudo e saímos em nossos cavalos, cavalgamos durante muito tempo, até que chegamos na grande arvore, ela era grande e fazia sombra o suficiente para esticarmos a toalha e colocarmos os cavalos a descansar, a arvore ficava perto de um riacho de agua transparente.
  E enquanto lanchávamos eu resolvi perguntar porque aquela arvore era tão especial para ela, então ela começou a história: ''Bom, você sabe o sítio e bem velho, e desde sempre temos uma tradição, que é plantar uma arvore quando um neném nasce na família, os pais cuidam até a criança completar 10 anos e depois a criança cuida sozinha e se a arvore morrer ela morreu!
  Eu venho cuidando dessa arvore até hoje, eu tenho 50 anos e já passei muitas histórias com ela, como quase todos os meus irmãos não gostavam de mim, eu vinha para cá refletir, eu pensei muito no que eu era e vi que eu estava totalmente errada, então eu gosto muito dessa arvore porque quando eu preciso descansar, pensar, espairecer, eu venho para cá ela é basicamente no meio do nada, aqui só se ouve os pássaros e os animais, por isso eu gosto daqui, as vezes me chama de maluca, pelo fato de eu tratar a árvore como se fosse uma amiga humana, mas ninguém me entende.''
  Fiquei muito interessada na história, e resolvi vir mais vezes para saber mais histórias de minha tia Teresa.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

''Comunicar bem não é só transmitir ou só receber bem. COMUNICACÃO é troca de ENTENDIMENTO''

''As comunicações são como uma rua de duas mãos,e a tarefa de comunicar-se não está concluída até que haja compreensão, aceitação e ação resultante.''''A finalidade da comunicação é afetar comportamentos.''''Um erro comum é o de emitir instruções por escrito e acreditar que sua interpretação será, assim, mais precisa e que não haverá possibilidade de problemas.''

''As recompensas das boas comunicações são grandes, mas difíceis são os meios de se obtê-las.''

''Evite termos técnicos - Não use gírias e evite termos técnicos que podem atrapalhar na comunicação, se for imprescindível o seu uso, explique qual o significado dos termos usados.''

''A maior parte das pessoas concorda que a palavra pronunciada constitui o método usual de comunicação frente a frente. ''

'' Os olhos conversam tanto quanto as línguas que utilizamos, com a vantagem de que o dialeto ocular, embora não precise de dicionário, é entendido no mundo todo". (Ralph Wando Emerson)

''De acordo com pesquisas, o impacto de uma mensagem sobre o ouvinte está relacionado:07% - palavras (o que a pessoa diz)38% - tom de voz, inflexão ( a maneira como fala)55% - corpo, olhos, mãos, braços, pernas, dedos (expressão e gestos)''

''Pessoas que carregam armas raramente fazem gestos defensivos de braços cruzados, porque a arma já fornece proteção suficiente ao corpo. Os oficiais da polícia que usam revólveres, raramente cruzam os braços, a não ser que estejam de guarda e, neste caso, normalmente usam a posição de mãos fechadas para mostrar muito claramente que ninguém pode passar por onde eles estão.''

''Na era do fax, computador e internet são inúmeras as maneiras das pessoas se comunicarem de forma rápida e prática, para qualquer canto do mundo.''

''Mas a principal dificuldade enfrentada não está em como utilizar a 
tecnologia, uma vez que o domínio da informática é praticamente total, e sim em se fazer entender claramente tanto na linguagem falada como na escrita.''

''Saiba o que você quer dizer antes de começar, planeje;''

''Quando ouvimos atentamente uma pessoa, estamos na verdade ouvindo duas partes distintas de sua mensagem.''

''Ouvir superficialmente é frustrante para as outras pessoas, já que seus sentimentos não estão sendo reconhecidos.''

''Ouvir atentamente ou escutar é privilégio de pouquíssimas pessoas.''

''Geralmente somos levados a acreditar em conceitos errôneos com relação à habilidade de escutar.''

(Comunicação-Feedeback. www.attender.com.br/publico/dicas-oque.htm)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Daniele... Oitenta anos

 Hoje /06/11/2080 completo 80 anos, vim contar um pouco da minha história.
 Minha infância foi um tanto quanto complicada, quando eu era criança nos meus 10, 11, 12 anos, eu limpava a casa inteira, cozinhava para eu comer, quando meu pais estavam juntos não havia quem os aguentasse, todas as brigas, durante muitos anos e não foi fácil, até hoje me perguntam porque sou tão fria e eu sempre respondo que foi devido a alguns traumas que tive, e eu sempre tentava notificar ao MEU mundo que eu estava ali e precisava de ajuda, ninguém me ajudou e isso me endureceu um pouco (isso aconteceu várias vezes).
 Ao longo dos anos fui conhecendo pessoas, muitas delas me decepcionaram, mas só algumas me aguentaram.
 Um dia eu estava trabalhando e apareceu um homem, eu o achei lindo, e ele aparecera durante vários dias, até que um dia, ele me olhou, eu olhei para ele e rolou a chamada "química", e foi assim o meu relacionamento que durou até meu marido falecer.
 Eu e meu Marido não conseguíamos nos acertar, então um dia ele saiu de casa com a cabeça quente e acabou batendo em um carro, ele estava sem cinto, e acabou ''voando'' pelo vidro da frente, e teve traumatismo craniano, não aguentou e veio a falecer no dia 27/04/2060, tínhamos 30 anos de casamento.
 No velório estavam minhas duas filhas, eu estava com muitas saudades delas, pois, uma foi mandada aos Estados Unidos para um trabalho  e a outra foi à Africa prestar serviços ao povo de lá.
 Nestes 20 nos quais fiquei sozinha, eu fiz muitas coisas que queria fazer: Fui para a Itália, fiz implantes dentários, fiz amizades, joguei muito bingo, e fui à muitos bailões, mas isso acabou me cansando em torno de 1 ano já  não queria mais, agora estou escrevendo sobre minha vida, pois acho que tenho muito a contar, este texto foi só um ''resuminho'' da minha vida pois se falasse tudo não terminaria nunca mais.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012



''Gosto de coisas não planejadas, quase tudo planejado não dá certo.''
''Eu acredito que tudo acontece por um motivo. As pessoas mudam para que você consiga deixá-las para lá. As coisas dão mal para você aprender a aprecia-las quando estão boas. E às vezes, coisas boas se separam para que coisas melhores ainda se juntem.''
- Marilyn Monroe
Enterre todos os seus segredos na minha pele
Desapareça com inocência, e deixe-me com meus pecados.


-Slipknot
É incrível como as pessoas não se importam com os sentimentos dos outros. Realmente, não é o fim do mundo, é muito pior que isso. Se continuarem desse jeito, não existirá nem um pingo de respeito, se é que ainda existe.
Ounce
Nada de imitar seja lá quem for. Temos de ser nós mesmos. Ser núcleo de cometa, não cauda. Puxar fila, não seguir.
Monteiro Lobato


''De vez em quando é bom ficar um pouco sozinha. Você consegue refletir sobre toda a sua vida sem a interrupção de ninguém.''



''Música é minha vida, é nela que se passa meus momentos obscuros, os que me fazem refletir e os que me levam a aprender.''