terça-feira, 12 de julho de 2011
caracterisicas do conto de aventuras
Partilham com estes o fato de serem uma narrativa curta, transmitida oralmente, e onde o herói ou heroína tem de enfrentar grandes obstáculos antes de triunfar contra o mal. Caracteristicamente envolvem algum tipo de magia, metamorfose ou encantamento, e apesar do nome, animais falantes são muito mais comuns neles do que as aventuras propriamente ditas
terça-feira, 5 de julho de 2011
Caracteriscas de um conto de fadas
Os contos de fadas apresentam a divisão de personagens entre bons ou maus, trabalhadores e preguiçosos, feios ou bonitos. Na vida real as pessoas podem ser boas e más ao mesmo tempo. A mente das crianças, porém, funciona muito bem classificando as coisas em dois pólos. Por isso os contos de fada são mais acessíveis para que o pensamento delas faça seus juízos de valor e as ajude a “encontrar” uma personalidade, já que terá que escolher entre os personagens aqueles com os quais mais gostaria de parecer, e torcer por ele. As crianças tampouco se importam em discernir entre certo e errado. Elas se identificam prontamente com o personagem que acham mais direto e simpático, que a atinge. Se o personagem é uma pessoa boa, ela também quererá ser boa. Existem as histórias amorais, como aquela de João que rouba o tesouro do gigante. Nelas, não está em jogo a promoção de valores do bem ou do mal, ou ética. Só a premissa de que o personagem precisava alcançar o sucesso. Aí entra em jogo uma questão do problema existencial: a vitória e a derrota como dificuldades que a vida certamente apresentará. Porque ser bom e certinho, mas insignificante? Nesse caso ela pode até concluir que existem saídas (roubar o tesouro do gigante) para os problemas que a vida apresentar. Ou que ela, mesmo sendo muita pequena em relação ao gigante, pode vencê-lo. De qualquer maneira, esses contos possuem uma linguagem simbólica eficaz na imaginação e principalmente na formação da personalidade das crianças
terça-feira, 28 de junho de 2011
jogral
É a leitura de um texto organizada em grupo.Os versos são distribuidos entre os componentes do grupo de tal forma que o poema seja lido por todo e expressivamente. Os versos que o grupo quer ressaltar podem ser lidos por mais de componente; os outros por um só.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
lenda da Mulher da Meia Noite
Mito universal conhecida como Dama de Vermelho ou Dama de Branco, o fato ocorre mais nas Américas e em toda Europa.
É uma aparição na forma de uma bela mulher, normalmente vestida de vermelho, ou de branco, dizem que é uma alma penada que não sabe que já morreu, outros afirmam que é o fantasma de uma jovem assassinada que desde então vaga sem rumo.
É uma aparição na forma de uma bela mulher, normalmente vestida de vermelho, ou de branco, dizem que é uma alma penada que não sabe que já morreu, outros afirmam que é o fantasma de uma jovem assassinada que desde então vaga sem rumo.
Na verdade ela não aparece à meia-noite, e sim, desaparece nesta hora. Linda parece uma jovem normal. Aproxima-se de homens solitários nas mesas de bares, Senta-se, e logo os convida a levarem-na para casa. Encantados com sua beleza topam. Caminhando, e conversando logo chegam ao destino. Parando ao lado de um muro alto, ela então diz ao acompanhante: "É aqui que eu moro...". É nesse momento que a pessoa se dá conta que está ao lado de um cemitério, e antes que possa dizer alguma coisa, ela desaparece, e nesta hora, o sino da igreja anuncia que é meia noite.
Em outras ocasiões, ela aparece nas estradas desertas, pedindo carona. pede ao motorista que a acompanhe até sua casa. E, mais uma vez a pessoa só percebe que está diante do cemitério, quando ela com sua voz suave e encantadora diz: "É aqui que eu moro, não quer entrar comigo...?".
Gelado da cabeça aos pés, a única coisa que a pessoa vê, é que ela acabou de sumir diante dos seus olhos, à meia-noite em ponto.
Gelado da cabeça aos pés, a única coisa que a pessoa vê, é que ela acabou de sumir diante dos seus olhos, à meia-noite em ponto.
lenda do Chibamba.
Chibamba
Fantasma do ciclo das assombrações criadas para assustar crianças, fazendo parte dos
seus pesadelos noturnos. Amedrontar as crianças que choram,
as teimosas e as malcriadas. Anda envolto em longa esteira de folhas de bananeira,
ronca como um porco e dança de forma compassada enquanto caminha às
vezes gira.
seus pesadelos noturnos. Amedrontar as crianças que choram,
as teimosas e as malcriadas. Anda envolto em longa esteira de folhas de bananeira,
ronca como um porco e dança de forma compassada enquanto caminha às
vezes gira.
O Chibamba vestido de folhas de bananeira e dançando, lembra à África de onde o
nome é originário.
nome é originário.
O Chibamba é um remanescente dos rituais negros da África que se transformou em Cuca, ou Negro Velho, e se tornou encarregado de fazer dormir à força as crianças. O fato de “roncar como um porco” é uma adaptação brasileira.
Chibamba, pelo nome de maior influencia negra que indígena, é africano. Ali vive, fazendo as crianças dormirem, mesmo quando não estão com vontade.

lendas
Na aula de portugues estamos fazendo um trabalho com lendas e as minhas lendas são: A dama de vermelho e o Chibamba...
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Gêneros Textuais.
Os textos podem apresentar diversas classificações, das quais dá-se o nome de GÊNERO TEXTUAL.
Veja que um CONTO é muito diferente de uma REPORTAGEM, mesmo que, ambos predomine a narrativa.
Considerando-se que todo texto é o resultado de uma interação social, podemos encontrar INFINITOS GÊNEROS DE TEXTOS: noticia, poema, propaganda, anuncio classificado, manifesto, manual de instrução, discurso, politico, teatral, seminário, entrevista, etc.,etc.
Esse universo de textos, porém, é relativamente organizado e estável. Prova disso é o fato de reconhecimentos quase que imediatamente uma noticia ou uma receita culinária.Os gêneros possuem especifidades que os destinguem dos demais.
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